queijunto e preso

deserto julho 1, 2010

Filed under: desabafo — tijolooo @ 2:00 am

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cadê meu oásis no meio dessa vidinha de merda?

cadê?…

 

sobre o esgotamento maio 25, 2010

Filed under: desabafo,mau humor,Uncategorized — tijolooo @ 10:38 pm

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alguém precisa de manual de instruções pra saber que não se deve colocar o pão na torradeira já com a manteiga ou raspar o fundo de uma panela de teflon com uma colher de inox?

eu tenho sido tão paciente que poucos me reconheceriam.

mas custa ter bom senso? custa cuidar do que não é seu?

 

o que eu quero maio 13, 2010

Filed under: desabafo,sem filtro,Uncategorized — tijolooo @ 9:16 pm

não sei.

só sei o que eu não quero.

vou lá repensar a minha vida e já volto.

 

quarenta e seis reais e sessenta e seis centavos. maio 12, 2010

Filed under: desabafo,sem filtro,toda a verdade sobre — julianay @ 12:11 am

e um bilhete de trem.
usado.
pra que tipo de pessoa ridicularizar o sonho de alguém é engraçado?

meu mau humor é efeito.
e eu quero que alguém pergunte pra causa quando ela vai acordar, aprender a ser gente e deixar de ser filha da puta. ou, pelo menos, parar de atrapalhar.
não atrapalhar esses dias tem se mostrado de grande ajuda.

 

um domingo qualquer maio 11, 2010

alguns dias são uma caixa de restos. pela metade. restos do que era pra ser meu. dentro de uma caixa que eu nem queria.

 

não é a mamãe! abril 10, 2010

eu queria poder voltar a viver e me divertir, mas tem sido difícil. aqueles sacríficios que sempre encarei como passagem cresceram demais e minha força se foi.
estou aqui, pronta para a realização de um sonho. e tudo estava indo bem. até eu dar atenção a uma certa gente. gente má. que não faz nada para ajudar e ainda torce contra.

mesmo assim, o otimismo me dá conta de que tenho sorte. me dá um pouco de esperança num momento de medo. porque num mundo de gente falsa e descortês, eu achei amigos. que me dão apoio quando eu não tenho. e eu preciso tanto. de apoio. de ajuda. de paciência. porque eu tento fazer tudo sozinha. eu tento não exigir mais do que podem me dar. mesmo doendo em mim. e agora, dói mais do que nunca. porque eu sempre achei que encontraria alguém que cuidaria de mim. e que me deixasse livre para eu ser quem eu gosto de ser. mas a pessoa que eu amo não é assim. e não deu certo com pessoas que eram. alguma solteirona velha, provavelmente psicóloga, vai dizer que é autosabotagem. não, merda. é humano. é imperfeito. até eu que sou a maior das romanticas sei disso.

mas a razão nunca me conforta. então, o medo segue. e eu me lembro que eu cresci ouvindo dos meus pais que eles não são eternos. mas, de algum jeito, eles tem que ser para mim. porque eu preciso deles para tudo. não para exploração, mas eu tenho absoluta certeza de que eles sabem mais sobre tudo. mais do que eu. mais do que qualquer pessoa. pelo menos sobre as coisas que realmente importam. e agora que eu me dei conta que eu vou ter que deixar de ser tão dependente, me deu medo. medo, não. pavor.

 

ainda sobre gentileza abril 8, 2010

Filed under: desabafo,para pensar no futuro — a.cartolina @ 12:53 am

8:07 e eu estou subindo as escadas rolantes do metrô da z/l indo em direção a paulista. ao me deslocar até a catraca a minha supresa é a de encontrar uma fila beem leenta de uns 20 metros só pra chegar até a catraca. a fila tem até marcação no chão e eu jamais teria percebido se não fosse hoje.

ao chegar na plataforma esperava tal muvuca que não tivesse espaço nem pra colocar o pé no chão, mas me surpreendo mais uma vez, a plataforma não estava tão cheia assim, cada porta devia ter umas 20 pessoas.

a hora em que o vagão para é que eu entendo o que está acontecendo!

quer entrar no vagão? vai ter que sair empurrando as pessoas até caber mais um pq o vagão tá transbordadando de gente!

os trens param, as pessoas se empurram, seguram no teto, na porta, fazem de tudo pra entrar. assisto uma menina saindo do vagão quase desmaiada e sentando no chão da plataforma com a ajuda dos funcionários do metrô, me aterrorizo com a cena, mas tento não me imaginar naquela situação com medo de estar chamando-a pra mim.

os vagões param as pessoas se empurram, e eu lá olhando e imaginando o que eu ia ter que fazer pra entrar já que eu não tenho experiência e nem alcanço o teto! são 8:35 e eu ainda estou na plataforma, qdo vejo que as únicas pessoas que ainda não conseguiram embarcar desde a hora que eu cheguei na plataforma são: eu e uma velhinha sorridente de chapeuzinho.

começo a pensar em voltar pra trás ou sentar lá e esperar até aquela situação incabível acabar! quando… chega um vagão quase vaziooo! uau! vai dar tempo! as pessaos se acotovelam pra poder conseguir um lugar pra se segurar! ufa! consegui! mas e a lentidão do trem? meu deeeus! que absurdo! mais de meia hora dentro daquele vagão e o que o trajeto que o trem percorreu foram 5 estações?! e a hora que o trem para no brás… eu imaginei que as pessoas iam em cima do vagão, ou que era pegadinha do malandro!

aí começo a pensar que eu jamais havia passado por situação na vida [e nunca mais quero passar] e que aquelas pessoas que se acotovelavam junto comigo provavelmente passam por isso todo santo dia! não é a toa que depois a gente se pega estranhando alguma gentileza!