queijunto e preso

sobre o fim julho 22, 2010

Filed under: orgulho canceriano — tijolooo @ 5:10 pm

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hoje acordei com o sol ofuscando meus olhos, como se me dissesse que meus dias de tempestade chegaram ao fim.

apesar da carcaça, continuo sendo a mesma canceriana que acredita na honestidade, ama visceralmente as pessoas e se envolve completamente nas relações.

ainda a mesma.

já um pouco diferente.

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um domingo qualquer maio 11, 2010

alguns dias são uma caixa de restos. pela metade. restos do que era pra ser meu. dentro de uma caixa que eu nem queria.

 

romance para cancerianos maio 5, 2010

Filed under: orgulho canceriano — tijolooo @ 5:55 pm

refaço os meus planos

pra rimar com os seus

abandono o que é pronto

e digo adeus

eu trago os meus sonhos

pra somar aos seus


nada como dizer a coisa certa na hora certa.

por ora vou parar de reclamar.

e aproveitar…

feliz.

 

to die by your side is such a heavenly way to die abril 22, 2010

Filed under: orgulho canceriano — tijolooo @ 11:23 pm

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shyness is nice and shyness can stop you from doing all the things in life you’d like to... – said morrissey

 

cabe mais um? abril 19, 2010

Filed under: orgulho canceriano — tijolooo @ 12:45 am

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um primo já está lá em casa há mais de um mês.

pequena mudança de rotina… mas me obrigo a resgatar o sentimento de desorientação de quando me vi sozinha pela primeira vez em são paulo. foi também a primeira vez que me senti sozinha.

é por pouco tempo, eu penso. eu queria ter sido ajudada quando me senti sozinha. mas cresci. não muito, para minha própria decepção. eu tenho meus surtos de isolamento, mas no fim sou do tipo que não agüenta a casa vazia por muito tempo.

outro primo me liga no fim de semana:

– tem mais um espacinho no chão da sua casa?

com pouco conforto passarei meu mês de maio.

mas talvez com o coração acalentado pela família que tanto me faz falta nessa cidade da solidão.

e pros dias de surto busco aquele meu refúgio.

sabe?

aquele oásis nessa vidinha caótica.

onde eu possa me despir e finalmente ser menina mulher amavelmente chata, bagunceira e organizada, esfomeada e de regime, disposta e cansada, sóbria e bêbada, mau-humorada e animada, falante e calada… sem me precupar.

 

não é a mamãe! abril 10, 2010

eu queria poder voltar a viver e me divertir, mas tem sido difícil. aqueles sacríficios que sempre encarei como passagem cresceram demais e minha força se foi.
estou aqui, pronta para a realização de um sonho. e tudo estava indo bem. até eu dar atenção a uma certa gente. gente má. que não faz nada para ajudar e ainda torce contra.

mesmo assim, o otimismo me dá conta de que tenho sorte. me dá um pouco de esperança num momento de medo. porque num mundo de gente falsa e descortês, eu achei amigos. que me dão apoio quando eu não tenho. e eu preciso tanto. de apoio. de ajuda. de paciência. porque eu tento fazer tudo sozinha. eu tento não exigir mais do que podem me dar. mesmo doendo em mim. e agora, dói mais do que nunca. porque eu sempre achei que encontraria alguém que cuidaria de mim. e que me deixasse livre para eu ser quem eu gosto de ser. mas a pessoa que eu amo não é assim. e não deu certo com pessoas que eram. alguma solteirona velha, provavelmente psicóloga, vai dizer que é autosabotagem. não, merda. é humano. é imperfeito. até eu que sou a maior das romanticas sei disso.

mas a razão nunca me conforta. então, o medo segue. e eu me lembro que eu cresci ouvindo dos meus pais que eles não são eternos. mas, de algum jeito, eles tem que ser para mim. porque eu preciso deles para tudo. não para exploração, mas eu tenho absoluta certeza de que eles sabem mais sobre tudo. mais do que eu. mais do que qualquer pessoa. pelo menos sobre as coisas que realmente importam. e agora que eu me dei conta que eu vou ter que deixar de ser tão dependente, me deu medo. medo, não. pavor.

 

felicidade janeiro 17, 2010

Filed under: orgulho canceriano,Uncategorized — tijolooo @ 5:45 pm

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daí você vê lágrimas nos olhos de uma das suas amigas mais queridas ao colocar o véu e finalmente percebe que é de verdade.

… e segura as suas próprias, porque afinal de contas, você nunca tinha visto a verdadeira alegria que um evento desses pode trazer.