queijunto e preso

1:11 am novembro 25, 2009

Filed under: orgulho canceriano — tijolooo @ 1:17 am

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i pack my case, i check my face

i look a little bit older

i look a little bit colder

with one deep breath, and one big step

i move a little bit closer, i move a little bit closer

for reasons unknown

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seu coração ainda tá batendo?

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com certeza

descompassado

observo

fotografo mentalmente

e guardo pra mim.

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sem traumas setembro 28, 2009

Filed under: orgulho canceriano — tijolooo @ 10:15 pm

pessimista não, realista!

na tentativa de estar preparada para todo tipo de constrangimento que possa ser causado pelo evento “apresentar o namorado” [e ter o controle, óbvio!], montei na minha cabeça todas as possíveis combinações de comentários e atitudes desagradáveis no maior estilo comédia romântica.

e não é que ajudou?

na expectativa pelo pior, nada poderia ser realmente tão ruim.

foi melhor do que bom, foi ótimo.

comidinha [lê-se: 3kg de salmão só para o sashimi], risadas, conversas agradáveis… interação!

no fim das contas todo mundo gostou e aprovou.

e minha mãe A-DO-ROU [!] os doces com gostinho de infância.

desculpe a apropriação, mas já entrou pra família.

doeu?

ouvindo: o ritmo da chuva

 

family happiness – tolstoy setembro 13, 2009

Filed under: orgulho canceriano,querido diário — julianay @ 7:09 am

de trás pra frente porque é como dizem que a vida faz sentido.

I weep for that past love which can never return. who is to blame, i do not know, love remains, but not the old love; its place remains, but it is all wasted away and has lost all strength and substance; recollections are still left, and gratitude, but…
[…]
I wanted feeling to be the guide of life, and not life to guide feeling.
[…]
I felt it a better and worthier course to show him the good points of my heart and mind than of my body.
[…]
Now it seemed quite plain and simple the proper object of life was happiness, and I promised myself much happiness ahead.

 

porque nem todo canceriano é emo setembro 9, 2009

Filed under: orgulho canceriano — tijolooo @ 11:23 pm

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estou sentado em minha cama
tomando meu café prá fumar
trancado dentro de mim mesmo
eu sou um canceriano sem lar
estou sentado em minha cama
tomando meu café prá fumar
é, é, porém, mas, todavia
eu sou um canceriano sem lar
eu tomo café pra mim não chorar
pergunto à nuvem preta quando o sol vai brilhar
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nem todo canceriano é emo, mas todo canceriano feels blue.

 

sobre a relatividade agosto 13, 2009

Filed under: orgulho canceriano — tijolooo @ 12:56 am

rótulos me irritam por dizer muito pouco sobre pessoas e relações [2].

pra quem se considera indisposta, até que seis meses é bastante tempo.

acho que a falta de rótulo cria certas lacunas e até vazios…

mas pelo menos dá segurança de ser o que é, simplesmente pelo ser e pelo querer.

eu não suportaria ser uma obrigação.

nem muito menos admitiria uma.

e ainda assim dá pra planejar até três meses à frente… sem sentir pesar.

não é engraçado?

falo por mim, claro.

 

como enlouquecer um canceriano julho 23, 2009

Filed under: orgulho canceriano,queijuntando o preso — julianay @ 3:25 pm

seja virginiano.
obrigada pela visita!

 

tem otimismo no cardápio? julho 8, 2009

Filed under: orgulho canceriano,querido diário,Uncategorized — julianay @ 5:52 am

fui inconsequente e feliz por um tempo.
me arrependo sim, de ter ido longe demais algumas vezes. com algumas pessoas. puta merda. como eu me arrependo. mas foi o único jeito que eu soube. e no final eu acabei encontrando o amor da minha vida que eu tanto procurei.
nem tudo foi romantico como eu esperava que fosse, me magoei muito, me decepcionei e agora volto a acreditar. pq não é fácil achar alguém que tenha o temperamento tão aflorado quanto o meu. e que seja docinho-de-coco-amorzinho-bunda-mole quando eu estou carente e macho-bruto-grosso quando eu passo dos limites.

erros e acertos.
eu fui meio horrível com aquele outro. tudo bem que ele era o cara mais chato do mundo. mas deve ter doído pra cacete. mudar de uma cidadezinha chulé pra sp, contando comigo e acabar sozinho aqui. sem falar no orgulho ferido. porque foi um negócio totalmente exposto. do começo ao fim. aquele mimimi todo, as várias deixas quando eu já tinha percebido que eu gostava mesmo era de quem já estava perto, e a declaração final que despertou todas as revoltas do mundo e terminou na delegacia da mulher.

aí eu fiquei puta da cara. pq o cara veio criticar meu jeito, sobre eu gostar mais da noite do que do dia, de eu beber até cair, e de ir em lugares que ele não aprovava pq não era cristão e blablabla. fiquei puta pq eu não conseguia enfiar na cabeça dele que ele seria bem mais feliz se soubesse aproveitar um pouco quem ele tinha ao lado. ao invés de me controlar e ficar com mimimi. e pq, caralho, eu queria enfiar na cabeça dele que ALGUÉM NÃO É UM COMPLETO IDIOTA SÓ PORQUE GOSTA DE ALGO QUE VC NÃO APROVA. mesmo pq amanhã vc pode começar a gostar. se dê o direito de ser flexível, de ser aberto. ou ao menos, dê aos outros esse direito.
aí um dia eu acordo e percebo que não quero mais aquilo. que foi legal enquanto durou. mas eu me enchi da paulista, augusta e arredores. pq eu já sei o que/quem eu vou encontrar no milo, astronete, vegas, funhouse, tapas. e eu não tenho vontade de conhecer mais da baixa augusta tão resenhada por tudo o que é cool. cansei. pq é sempre a mesma merda, as mesmas caras. e são os amigos que merecem mais do que qualquer um desses lugares. e se é pra ser assim. que seja fora desse circuito.

e enquanto isso, eu descubro que aquele que tanto criticou os lugares não cristãos de sp, passou a frequentá-los.
vai lá! se joga! de coração, espero que vc se divirta tanto quanto eu me diverti. eu posto ali no cubo sobre os novos lugares que passo a frequentar. quando vc passar dessa fase, é só ir lá e me stalkear.
eu achava que estava ficando velha.
tô, não.
é que eu sou vanguarda. como diria uma ex-amiga.