queijunto e preso

um domingo qualquer maio 11, 2010

alguns dias são uma caixa de restos. pela metade. restos do que era pra ser meu. dentro de uma caixa que eu nem queria.

 

não é a mamãe! abril 10, 2010

eu queria poder voltar a viver e me divertir, mas tem sido difícil. aqueles sacríficios que sempre encarei como passagem cresceram demais e minha força se foi.
estou aqui, pronta para a realização de um sonho. e tudo estava indo bem. até eu dar atenção a uma certa gente. gente má. que não faz nada para ajudar e ainda torce contra.

mesmo assim, o otimismo me dá conta de que tenho sorte. me dá um pouco de esperança num momento de medo. porque num mundo de gente falsa e descortês, eu achei amigos. que me dão apoio quando eu não tenho. e eu preciso tanto. de apoio. de ajuda. de paciência. porque eu tento fazer tudo sozinha. eu tento não exigir mais do que podem me dar. mesmo doendo em mim. e agora, dói mais do que nunca. porque eu sempre achei que encontraria alguém que cuidaria de mim. e que me deixasse livre para eu ser quem eu gosto de ser. mas a pessoa que eu amo não é assim. e não deu certo com pessoas que eram. alguma solteirona velha, provavelmente psicóloga, vai dizer que é autosabotagem. não, merda. é humano. é imperfeito. até eu que sou a maior das romanticas sei disso.

mas a razão nunca me conforta. então, o medo segue. e eu me lembro que eu cresci ouvindo dos meus pais que eles não são eternos. mas, de algum jeito, eles tem que ser para mim. porque eu preciso deles para tudo. não para exploração, mas eu tenho absoluta certeza de que eles sabem mais sobre tudo. mais do que eu. mais do que qualquer pessoa. pelo menos sobre as coisas que realmente importam. e agora que eu me dei conta que eu vou ter que deixar de ser tão dependente, me deu medo. medo, não. pavor.

 

fevereiro 16, 2010

Filed under: querido diário — a.cartolina @ 1:44 pm

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posso virar a página agora, né?

[dispenso comentários]

 

outubro 21, 2009

Filed under: notas para daqui a pouco,querido diário — a.cartolina @ 2:24 am

sofá2

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mais um bom motivo pra querer que chegue logo a sexta!

 

ofertas de aninha setembro 29, 2009

Filed under: querido diário — a.cartolina @ 8:51 pm

Eu sou aquela mulher

a quem o tempo

muito ensinou.

Ensinou a amar a vida.

Não desistir da luta.

Recomeçar na derrota.

Renunciar a palavra e pensamentos negativos.

Acreditar nos valores humanos.

Ser otimista.

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Creio numa força imanente

que vai ligando a família humana

numa corrente luminosa

de fraternidade universal.

Creio na solidariedade humana.

Creio na superação dos erros

e angústias do presente.

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Acredito nos moços.

Exalto sua confiança,

generosidade e idealismo.

Creio nos milagres da ciência

e na descoberta de uma profilaxia

futura dos erros e violências

do presente.

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Aprendi que mais vale lutar

Do que recolher dinheiro fácil.

Antes acreditar do que duvidar.

Cora Coralina.

bom seria… antes acreditar do que duvidar!

muita coisa tenho tentado mudar, mesmo sem saber ao certo como fazer. [2]

continuo na empreitada!

 

sem salvação setembro 22, 2009

Filed under: querido diário — a.cartolina @ 8:35 pm

com todo meu charme e elegância posso ficar ansiosa e transpirar em bicas, posso beber um pouco a mais e quebrar um objeto de valor sentimental, posso dar cabeçada quando converso ao pé do ouvido, posso cair da cama quando levanto pra fazer graça, e ainda, posso me referir a certas ‘coisas’ de forma totalmente inapropriada.

o que me salva é que o bom humor não lhe falta!

 

family happiness – tolstoy setembro 13, 2009

Filed under: orgulho canceriano,querido diário — julianay @ 7:09 am

de trás pra frente porque é como dizem que a vida faz sentido.

I weep for that past love which can never return. who is to blame, i do not know, love remains, but not the old love; its place remains, but it is all wasted away and has lost all strength and substance; recollections are still left, and gratitude, but…
[…]
I wanted feeling to be the guide of life, and not life to guide feeling.
[…]
I felt it a better and worthier course to show him the good points of my heart and mind than of my body.
[…]
Now it seemed quite plain and simple the proper object of life was happiness, and I promised myself much happiness ahead.